Os Caçadores da Arca Perdida

("Raiders of the Lost Ark", 1981, Dir.: Steven Spielberg)



Eu tinha 10 anos quando meu pai comprou nosso primeiro videocassete. Naquela época eu já tinha meu interesse por cinema, recortava fotos de filmes dos jornais, ia ao cinema de vez em quando. Mas o videocassete foi um divisor de águas, abriu as portas para um novo mundo cheio de possibilidades. Além dos filmes locados, eu podia gravar qualquer coisa que passasse na TV, em qualquer horário, de graça, para ver e rever depois. Mais ou menos na mesma época, a Globo lançou a Tela Quente nas noites de segunda-feira. Ainda me lembro bem da vinheta que anunciava a primeira safra de filmes do programa: a primeira sessão foi no dia 7 de março de 1988, "O Retorno de Jedi". A segunda, "Os Caçadores da Arca Perdida".


O impacto de um filme desses em um moleque de 10 anos dando seus primeiros passos no mundo do cinema é incalculável. Foi o segundo milagre cinematográfico proporcionado por Steven Spielberg na minha vida. Se "E.T." foi o primeiro grande filme que vi no cinema, que me fez gostar daquela coisa de ir até uma sala escura e ver uma história na telona, "Os Caçadores" foi meu marco na telinha. Foi vício imediato com muitas revisões na sequência. Foi brincar de Indiana Jones no meio do mato cantarolando a trilha sonora, adaptar bonequinho dos Comandos em Ação de modo que ele ficasse mais ou menos parecido com o personagem porque naquela época não havia action figure oficial do herói.

Hoje é fácil dizer que o primeiro filme do Indiana Jones é um clássico e apontar todas as suas virtudes. Mas naquela tenra idade, muita coisa me empolgava demais à primeira vista. A própria série "Star Wars", desenhos como He-Man e Thundercats, séries como "Moto Laser" e "Águia de Fogo", era tudo muito apaixonante. Sem muito embasamento, filmes B da América Vídeo como "American Ninja - Guerreiro Americano" (com Michael Dudikoff), "Firewalk - Os Aventureiros do Fogo" (com Chuck Norris e Louis Gossett Jr.) e "As Minas do Rei Salomão" (com Richard Chamberlain) eram tão bons quanto "Os Caçadores da Arca Perdida". Inclusive a mocinha deste último, Sharon Stone, era muito mais gata que qualquer namoradinha do Indiana. Porém, bastavam uma ou duas revisões pra estabelecer as diferenças gritantes entre o original e as cópias. No mínimo, os concorrentes não tinham a trilha do John Williams.

Da montanha do logo da Paramount se transformando em montanha de verdade no começo até o plano final, com a Arca da Aliança sendo esquecida num depósito gigantesco, "Os Caçadores da Arca Perdida" transborda virtudes que os concorrentes não têm: classe, conteúdo e charme. Spielberg e seu amigo George Lucas queriam homenagear as aventuras das matinês que eles viam na infância, assim como todos os filmes de James Bond que eles não podiam fazer por não serem britânicos. Criaram o universo de Indiana Jones da mesma forma que Quentin Tarantino criou a sua carreira, como uma válvula de escape para homenagear ícones da infância e da adolescência. O próprio Tarantino já citou essa semelhança em entrevistas. Só que ao fazer isso, Spielberg e Lucas criaram ícones da minha própria infância. E assim o ciclo da vida, da arte e das referências eternamente recicladas segue em frente.

Já nos letreiros de "Os Caçadores da Arca Perdida", eu costumava perder tempo tentando descobrir as funções de cada profissional. O que o produtor executivo fazia, afinal? Acabei me acostumando com nomes como o do editor Michael Kahn e o do produtor Frank Marshall. Anos mais tarde, já estabelecido como um sommelier de créditos, eu tiraria conclusões concretas como: que filme poderia dar errado com Lawrence Kasdan (roteiro) e Philip Kaufman (história, ao lado de George Lucas) cuidando das letras?

O antológico prólogo de "Caçadores" também era uma homenagem aos prólogos da série 007. Spielberg precisa de apenas 12 minutos pra apresentar o personagem e estabelecer todas as regras do jogo. Da fantástica cena do ídolo de ouro, passando pela fuga da bola gigante até a escapada final no avião, Indiana Jones nunca perde o chapéu e o chicote, revela seu medo de cobras e sua sorte descomunal, demonstra-se inteligente, com senso de humor e sempre sabe o que está fazendo.

Da heróica silhueta à sua primeira aparição mais humanizada como professor, de óculos e meio atrapalhado como um Clark Kent sem superpoderes, o Indiana Jones de Harrison Ford já conquistou o público. E o filme nem começou direito. Não posso falar sobre a reação do público no cinema em 1981, mas depois desses 12 minutos ninguém mais devia se lembrar que era o Han Solo ali, de chapéu e jaqueta surrada. O prólogo ainda trazia o ator Alfred Molina como o ajudante traidor de Indy. Ali naquela caverna ele se envolve com aranhas muito antes de viver o Dr. Octopus em "Homem-Aranha 2".

Filho de Spielberg e Lucas, dois dos mais poderosos nerds do planeta, Indy também tinha que ser um grande nerd. Ele é professor. Ele usa óculos em sua atividade profissional urbana. Ele fica envergonhado quando uma aluna o paquera em plena aula. Mais do que tudo, ele é um especialista. Tanto que agentes secretos em busca de informações sobre a Arca da Aliança vão até ele. A troca de olhares entre ele e o seu chefe Marcus Brody (Denholm Elliot) quando os agentes secretos mencionam a cidade de Tânis é bastante nerd. Como dois amigos que conversam em klingon para ninguém mais saber do que eles estão falando.

Quando Indy abre o livro para mostrar a ilustração da Arca da Aliança, a trilha sonora de John Williams ganha um ar de mistério e de tragédia, mostrando que a coisa é séria. Logo Indy será avisado por dois amigos próximos (Marcus e Sallah, vivido por John Rhys-Davies) que está prestes a encarar um perigo mortal. Eles não estão falando só dos nazistas. É algo maior. É algo transcendental. É a tal criação do suspense. Spielberg já dominava a arte, depois de "Tubarão".

Curioso como os nazistas, os maiores vilões de todos os tempos do mundo, não parecem tão ameaçadores assim. Muitas vezes eles são até divertidos, como aquele chefão nazi, o Major Arnold Toht (Ronald Lacey), que usa um cabide portátil que mais parece um instrumento de tortura. Spielberg deveria estar guardando a maldade para "A Lista de Schindler". Em "Caçadores", os nazistas atuam como vilões de James Bond, aqueles loucos que querem dominar o mundo. Hitler é o Blofeld do mundo real. Só que em vez de uma super arma atômica, eles querem a Arca da Aliança. Até a ilha pra onde eles levam a Arca é muito coisa da S.P.E.C.T.R.E.

O caminho do avião pontilhado no mapa, outra marca registrada da série, nos leva até o Nepal, onde encontramos Marion Ravenwood (Karen Allen). Filha do mentor de Indy, Abner Ravenwood (que não aparece no filme), ela teve um caso com o arqueólogo quando ainda era uma moça ingênua. Indiana cafajeste partiu seu pobre coração e a moça acabou se entragando à cachaça no Nepal – rapaz, isso que é um pé na bunda dolorido. A dublagem de Marion na TV era horrível e durante um bom tempo eu tive um pouco de bode dela. Indiana Jones merecia coisa melhor, talvez uma daquelas estonteantes bondgirls. Mas nada como o amadurecimento para te mostrar algumas coisas nessa vida. Hoje vejo Marion como uma personagem forte e cômica, com uma química perfeita com o protagonista. Mesmo que em "O Reino da Caveira de Cristal" Karen Allen atue como um ex-jogador em atividade, apenas um dos equívocos desta porcaria de filme, pelo menos a personagem demonstra sua importância na mitologia como mãe do filho de Indy. Ela merece, é muito melhor que as Indygirls posteriores: a irritante Willie Scott da Sra. Spielberg Kate Capshaw e a descartável Dra. Elsa Schneider (Alison Doody).

Toda a sequência do reencontro de Indy e Marion no Nepal e a chegada dos nazistas ao bar, em busca de um medalhão que tem sua importância na trama, é um primor. Spielberg brinca de western e de filme de gângster ao mesmo tempo. Ele usa sombras, silhuetas e chamas na composição dos planos, tem os enquadramentos calculadíssimos e as coreografias de lutas muito bem ensaiadas. Os efeitos sonoros do tiroteio, do fogo crepitando, da bebida pingando e das garrafas quebrando só completam a perfeição da cena.

Do Nepal para o Cairo, temos outra sequência de ação de tirar o fôlego pelas ruas da cidade e pelo menos mais uma cena clássica: aquela em que Indy mostra que o revólver é mais poderoso que a espada. Você se lembra dela. O vilão árabe faz o maior estardalhaço com suas espadas ameaçadoras e Indy o elimina com um simples tiro de revólver. Em um exemplo claro de vitória da civilização ocidental sobre a oriental, ele mata o cidadão local com um desprezo poucas vezes visto no cinema. No nosso mundo politicamente correto e bunda mole de hoje, uma cena dessas jamais sairia do papel. Imagine um norte-americano executando um árabe assim, friamente, pós-11 de setembro. É uma atitude que todos esperariam do mercenário Han Solo – aquele que atirou antes no Greedo apesar de George Lucas discordar – mas nem tanto do respeitável Dr. Jones. E isso é muito legal.

Pouco depois, Indy perde Marion de vista e acha que ela morreu na explosão de um caminhão. Triste, ele enche a cara em mais uma atitude não muito digna para um herói. Pouco depois o luto já foi superado, estamos no acampamento nazista em busca da localização do Poço das Almas, onde está a Arca. "Os Caçadores da Arca Perdida" tem um ritmo impecável, não passa cinco minutos sem que algo de muito importante ou emocionante aconteça.

A sequência na sala do mapa, quando Indy usa um cajado e o tal medalhão para descobrir o local exato do Poço das Almas, é uma das minhas preferidas do filme porque envolve um homem obcecado em uma missão, porque forças ocultas parecem dominar o ambiente, porque a trilha do John Williams representa isso tudo e mais o mistério da vida ao mesmo tempo. Repare como a música acompanha a luz que vem de fora e passa pelo cajado para mostrar o local. Indy, passivo, assiste à obra divina, à luz guiando seu caminho – uma cena repleta de temas que são muito Spielberg, até no olhar do personagem adulto fascinado pela fantasia, voltando a ser criança com seu brinquedo mágico que interage com uma cidade de brinquedo. É de chorar.

Durante algum tempo quis ser arqueólogo só por causa dessa cena. Devido à minha dificuldade em decorar datas e anos, deixei a ideia pra lá. O curioso é que, anos depois, notei que tenho facilidade para guardar anos de lançamentos de filmes e outros detalhes pouco importantes sobre eles. Mas me pergunte ano de posse de presidente e eu me atrapalho todo. Vai entender.

Conforme Indy se aproxima da Arca, os maus presságios aumentam. Uma tempestade que nunca chega a cair se aproxima enquanto Indy e a equipe de Sallah escavam. Eles descobrem o local da Arca. A trilha fica tensa. Lá dentro, o chão está se movendo. Cobras. Por que tinham que ser cobras? "Você desce primeiro", manda Sallah. Enquanto isso vemos que Belloq, o francês que se define como o Indiana Jones do lado negro da força, é fraco de bebida e Marion não morreu. Ela tenta enganar seu raptor, sem sucesso. Acaba trancada com Indiana no Poço das Almas. Uma tática típica de vilão de James Bond: em vez de matar o herói com um tiro na testa, deixe-o trancado em algum lugar perigoso. Indy sorri e solta um "filho da puta" sarcástico para Belloq.

O humor cínico de Indiana Jones deve ter inspirado Fox Mulder, o agente do FBI de "Arquivo X", outro destemido caçador de tesouros que não pertencem a este planeta, outro herói obcecado em uma missão sem fim contra forças muito superiores a sua pobre condição humana.

Trancada na tumba, Marion ainda tem momentos de terror entre caveiras que gritam. Em "Os Caçadores da Arca Perdida", terror, suspense, aventura, comédia e ação convivem numa boa. Indiana Jones consegue descobrir uma saída daquela prisão improvisada, não sem antes destruir alguns artefatos antigos que deviam ter algum valor histórico. Quer dizer, quando a situação envolve risco de morte, Indiana Jones quer mais é salvar a própria pele. Claro, porque ele é humano.

Fora dali, Indy tem que lutar no seu estilo particular que envolve punho cerrado, mordida, areia no olho e chute no saco enquanto executa tarefas de videogame: fuja das hélices, cuidado com a gasolina derramada, salve Marion presa na cabine, derrube o gigante e faça tudo isso antes de o avião explodir. É muita diversão por segundo. Uma perseguição de sete minutos ainda coloca Indy a cavalo atrás do exército nazista, em uma sequência inacreditável onde ele vai deixando cada soldado comendo poeira pelo caminho. Outra cena antológica: o herói toma um tiro, é jogado na frente do caminhão, cai para bem perto do chão e vai parar atrás do veículo, arrastado na estrada de terra por uma corrente.

Após uma reviravolta que coloca a Arca novamente nas mãos dos vilões e uma cena romântica frustrada – James Bond jamais perderia essa oportunidade, Indy – "Os Caçadores da Arca Perdida" parte para seu clímax. A preparação da cena lembra o final de "Contatos Imediatos do 3º Grau": a expectativa pela chegada do desconhecido é grande, há câmeras por toda parte e gente do exército envolvida. O que os céus estarão reservando para nós? De alguma forma, o final de "Contatos" é feliz mesmo com o personagem de Richard Dreyfuss indo embora deste planeta, deixando família e amigos para trás. De alguma forma, o final de "Caçadores" é melancólico, mesmo com todos os vilões derretendo com as forças do além e o casal de protagonistas saindo ileso.

O show de efeitos especiais da Industrial Light & Magic com a sempre perfeita trilha de John Williams capricham no horror quando fantasmas saem da Arca e se tornam monstruosos, impondo aos nazistas a derradeira ira divina contra todos os absurdos que eles causaram no mundo. Indy e Marion fecham os olhos e sobrevivem. Fosse hoje, algum chato meio de esquerda, meio intelectual diria que Deus castigou todo mundo, menos os americanos. O final melancólico continua quando a Arca é confinada no imenso galpão do governo, em cena homenageada no final da primeira temporada de "Arquivo X". Deve ter sido minha primeira indignação contra governo, contra conspirações, contra o sistema. Que final genial colocar o grande McGuffin da história em um depósito, como um brinquedo perigoso que sua mãe guarda no maleiro para você não se machucar mais. Quem nunca parou pra pensar no conteúdo de todas aquelas outras caixas? Assim termina "Os Caçadores da Arca Perdida", com a "Raiders March" de John Williams estourando os alto-falantes em toda sua plenitude, pela primeira vez.

Não demorou muito pra eu ver "Indiana Jones e o Templo da Perdição". Estava de férias na praia, na casa do meu primo em Itanhaém, e alugamos de uma só vez "O Templo", "Blade Runner" (por causa do Harrison Ford, é claro) e uma tranqueira sem tamanho chamada "A Guerreira de Indiana Jones", tradução oportunista do original "Yellow Hair and the Fortress of Gold", um dos piores filmes que já vi na vida. Quando "Indiana Jones e a Última Cruzada" foi lançado em 1989, apesar do pouco tempo de diferença, parecia que eu já tinha amadurecido décadas. Já era leitor assíduo de revistas e guias de cinema e não caía mais nas enganações de filmes picaretas com tanta facilidade. Foi nessa época que vi uma matéria no telejornal da região de Leme dizendo que o chapéu de Indiana Jones era fabricado em Campinas. Eu e meu pai fomos até lá e compramos um pra cada. Até hoje é meu souvenir nerd preferido. Enquanto não lançarem um sabre de luz de verdade, ele vai continuar sendo.

Graças ao chapéu, fui vestido de Indiana Jones com muito orgulho, com muito amor ao único baile à fantasia no qual já fui, na faculdade. Naquela época não havia Harry Potter e portanto não haviam muitas fantasias legais para rapazes de óculos, mas o Indiana Jones aceitava óculos numa boa, mesmo em seu traje de aventureiro. Existem heróis do cinema que você gostaria de ser e existem heróis que você PODERIA ser. Você não precisa ser perfeito para ser Indiana Jones, porque ele não é o James Bond. É um herói humano, engraçado, cínico, cheio de falhas, com a barba por fazer, que usa óculos e dorme na única pausa onde poderia estar fazendo sexo com a mocinha. Descrição que serve para o Fox Mulder também.

Em 2008, 20 anos depois da Tela Quente, depois de anos de especulações vazias e alarmes falsos, Indy voltou velho e com um filho mala em "Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal", uma bobagem inacreditável sobre antigas civilizações sulamericanas e alienígenas, com efeitos especiais vagabundos, atuações constrangedoras e um péssimo roteiro. Uma das maiores decepções que já vivenciei em uma sala de cinema, só comparada a outro feito de George Lucas, ele mesmo, o fatídico "Star Wars - Episódio 1: A Ameaça Fantasma". Fui ao cinema com uma amiga e na saída, diante da minha reação de absoluta miséria diante do filme, ela deixou o comentário que eu jamais esquecerei: "ué, Indiana Jones é assim mesmo". Ela quis dizer que o problema era comigo, que eu havia envelhecido. Não, minha amiga. Indiana Jones não é assim mesmo. Eu posso ter envelhecido, mas "Os Caçadores da Arca Perdida" nunca envelheceu. A única vantagem da "Caveira de Cristal" foi a oportunidade de comprar bonequinhos oficiais do Indiana Jones. Tarde demais para eu brincar com eles, é verdade, mas ainda em tempo de enfeitar uma estante. E permanecer quieto ali, feito a Arca da Aliança no depósito.

Cultuado por gente como M. Night Shyamalan, J.J. Abrams e Bryan Singer, "Os Caçadores da Arca Perdida" é uma amostra de como Steven Spielberg é capaz de definir gêneros. Se ele resolve fazer um filme de monstro, ele não faz um filme de monstro qualquer, ele faz "Tubarão". Se ele resolve fazer um filme de OVNIs, ele faz "Contatos Imediatos do 3º Grau". Se ele resolve fazer um filme sobre o Holocausto, faz "A Lista de Schindler". Quando ele resolveu homenagear as aventuras à moda antiga, ele simplesmente criou a melhor aventura que o cinema já viu. E um herói que não veio de livros ou quadrinhos, mas que tem tudo a ver com o cinema e com aqueles que frequentam cinema.


Steven Spielberg e Harrison Ford

4 comentários:

André disse...

primeiro comentário!!!

Dani Varanda disse...

Ah, se não deu aquela vontade de ver de novo! Mesmo porque eu não me lembro nem da metade do que você falou (afinal, eu sempre cultuei o Templo da Perdição).

Fábio José Paulo (FAJOPA) disse...

Muito legal, já estou aguardando o próximo filme! Quanto ao fato de decorar datas, tenho uma memória prodigiosa para coisas do nosso São Paulo, mas as vezes esqueço até o nome de uma pessoa com quem estou conversando. Vai entender! A minha explicação é que as coisas que mais gostamos são fixadas mais facilmente na nossa mente.

Red Dust disse...

É o melhor filme da saga de Indy. Uma fita de aventuras por excelência, onde acção e emoção casam na perfeição.