Alta Fidelidade

("High Fidelity", 2000, Dir.: Stephen Frears)



Leia o texto completo e atualizado aqui.

13 comentários:

Caio disse...

Coincidentemente, eu revi "Alta Fidelidade" pela milionésima vez ontem. E depois de ler o texto, já deu vontade de ver e ler de novo.

Bazzan disse...

eu assisti o alta fidelidade recentemente e coloquei no telão de uma festa que eu faço discotecagem.
Depois de ler isso escorreu uma lagriminha, não tenho o que fazer a não ser assistir o filme de novo

Padrinho disse...

o filme não me marcou muito a primeira vez que vi, mas eu era um bebê(tinha 19), me identifiquei apenas com a parte musical do filme. mas na primeira revisão, há uns 4 anos atrás, que o filme "bateu": lembrei de frases, corri atrás do livro. acho tá na hora de rever de novo (pé na bunda recente, hehe)

frufru disse...

eu li o livro antes e fui uma das que ficou cheia de frescuras com as mudanças do filme.
mas ele conseguiu ser muito bom. preciso rever.

também acho a história totalmente masculina, o que é ótimo. na época do livro um amigo da faculdade disse que as mulheres deviam ser proibidas de lê-lo, porque ele entregava tim tim por tim tim como funciona a cabeça de vocês. rá. :)

e putz, esse texto tá muito muito muito bom.

MPadrão disse...

Parabéns, cara, uma das melhores críticas ao filme que já li. E parabéns também pela menção a Hitchcock no topo do blog.

fabiana disse...

Lágrima marota escorre pelo meu rosto.

"só pessoas de certa índole têm medo de ficar sozinhas pelo resto da vida aos 26 anos".
Isso virou frase pronta da minha vida...

Eduardo disse...

Muito bom o texto, resume de maneira excelente o filme. Depois de lê-lo acabei de encomendar o livro (porque o DVD eu já tenho).
Agora, a frase que mais me marca nesse filme é essa:

"I can see now I never really committed to Laura. I always had one foot out the door, and that prevented me from doing a lot of things, like thinking about my future and... I guess it made more sense to commit to nothing, keep my options open. And that's suicide. By tiny, tiny increments."

Abraços!

Marcelo disse...

Não teve jeito. Depois de ler esse texto, revi o filme de madrugada.
“The type of memories, that turn your bones to glass, turn your bones to glass”...
Pergunta: por onde anda a Iben Hjejle?

abs

Daniel Gobeti disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Vinicius Claudio disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Vinicius Claudio disse...

Excelente análise do filme.
Devo tê-lo assisitido umas 15 vezes e não me canso...é um filme soberbo. Destaque também para Joan Cusack, que considero uma excelente atriz e faz também o papel de amiga do protagonista (são irmãos na vida real)!
Jack Black também está impagável e o melhor foi que ele sempre me lembrou um vendedor que tinha num sebo daqui da minha cidade (Goiânia)...principalmente nas recomendações sobre "músicas extremamente melosas"(muitas eu gosto)...lá vou eu assistir o filme de novo....kkkkkk.
Parabéns pela análise.

Yousseph Igor disse...

Cara Valeu pelo texto, valeu mesmo acabei de ver o flme passar na minha vida...Me confortou saber que não sou o unico e não estou só nessa,todos temos os nossos top5

fernando monteiro disse...

Esse é aquele tipo de filme q nunca vai ficar velho... Tenho 28, a primeira vez q vi tinha 20. E caa vez faz mais sentido... Perdi minha Laura... Mas vida q segue
www.gotejando.blogspot.com